segunda-feira, 14 de maio de 2018

Gostosões picaretas: comprando seguidores.

     Qual a razão de ter milhares de followers que não estão interessados em você?



Imagine que você combinou de ir com os amigos curtir o próximo carnaval em Salvador. Como você está solteiro e quer chamar a atenção da galerinha nos blocos vai se dedicar ao máximo na dieta, pegar pesado na academia e, se necessário for, vai tomar alguma coisinha “bem bobinha” só pra fazer os músculos crescerem da noite para o dia. Só que na expectativa de azarar os 500.000 foliões anunciados, apenas 500 gatos pingados comparecem ao evento. Já pensou que decepção?

Isso é o que acontece com perfis onde existem 100 mil followers e uma média de apenas mil likes nas fotos mais recentes. Tipo, 99 mil pessoas não estão nem aí pra você? Os seguidores acabam não sendo compatíveis com o número de curtidas/ comentários. Logo, não há interação, é um bloco de carnaval com pouquíssimos participantes, é uma folia de mentirinha – uma micareta de picaretas.
Pegando o bonde na metáfora, uma história real:

Esses dias fui surpreendido com o episódio de um modelo (de verdade) que perdeu o contrato de uma grande marca porque foi desmascarado na rede: os 200K de seguidores do Instagram que ele utilizava como portfolio pra contar vantagem e sair na frente eram, na realidade, pouco mais de 12K, motivo pelo qual o número de curtidas nas suas fotos nunca ultrapassavam os suados 3000. A quantidade de comentários então... era de levantar qualquer suspeita.  A sua reputação entrou em jogo e os números que antes eram relevantes o colocaram abaixo de zero. 

Se o cara é tão galã ao ponto de postar fotos incríveis, estonteantes, sensuais e a média de curtidas não alcança a casa dos 5% dos envolvidos, algo de errado está acontecendo. Matemática nunca foi o meu forte, mas teria ele 95% de invejosos que só ficam ali stalkeando o seu perfil sem aparecer, estaria ele postando fotos no horário em que as pessoas estão dormindo, ou ele andou fazendo compras no “Insta Supermercados”? Não sei vocês, mas eu fico com a última opção.

O mundo está numa tremenda fase de transição, as coisas estão mudando muito rápido, até mesmo o termo garoto de Ipanema está caindo em desuso, o novo grito agora é digital: o gostosão do Instagram. Virou business. O número de seguidores e curtidas hoje em dia inverteu alguns valores e tem gente enchendo o bolso de dinheiro só pra mostrar a “marquinha da sunga” nas contas pagas. Para os que vivem de imagem, entretenimento, esportes, moda, vale tudo. A prática ardilosa de burlar os números gerou uma indústria do fake, um negócio da China que trouxe à tona as celebridades Xing-ling.

Mas a casa começou a desmoronar para essa tchurma de picaretas. Aos poucos as pessoas estão tomando consciência dessas fraudes e os gostosões que bombavam desde o corpo ao perfil no Insta, estão passando vergonha. A fragilidade emocional ficou escancarada: competição entre os coleguinhas, problemas catastróficos de baixa autoestima, necessidade tresloucada de ser mais popular do que realmente é. 

O departamento de Recursos Humanos de algumas empresas já começou a peneirar essa galera uma vez que não enxergam tal atitude com bons olhos. Já existem, inclusive, alguns sites que dão dicas de como descobrir se um perfil é duvidoso. Por exemplo, uma pessoa com 1000 seguidores pula para 40.000 em 3 dias, isso é um alerta. Perfis com muitas contas inativas e uma enxurrada de seguidores silenciosos, também é algo bastante contestável.

Num futuro bem próximo, a indústria dos compradores de followers vai se dissolver e novas formas de medição de popularidade, obviamente, vão surgir. Essa não é a primeira e nem será a última vez que as pessoas mentem para elas mesmas.

Gosto e desejo a todos o legítimo. Chega de mentira, de relações falsas, de amizades sem confiança. Chega de ‘Oi migo, te amo’ com facada pelas costas, chega de fotos retocadas, de vida maquiada, de esconder a verdade com o receio de não ser aceito. Rede social é bacana? É sim, lógico. Ter muitos seguidores também é o máximo, mas desde que isso não nos impeça de seguir... o próprio caminho. A vida é uma só, e ela é de verdade – ao menos deveria ser.

Bruno de Abreu Rangel
brunorangelbrazil@hotmail.com


sábado, 2 de dezembro de 2017

¿Para que sirve un gran amor?




De que sirve ser bonito, tener un bueno empleo, dinero ahorrado, viajar a todos los lugares inimaginables, si al final estamos solos. La verdad es que nadie se apasiona de uno por ser exitoso, por tener um rosto notable, quien sabe por ser simpático – eso es apenas um detalhe.

Por increible que parezca, las pasiones suceden por la quimica, el olor, por el sabor del beso, por las ganas de estar juntos mismo que no hagamos absolutamente nada. Y no importa, en la mayoria de las veces, si el hombre es un atorrante, si nada en él combina contigo, si usa ropas anticuadas, porque cuando él se aproxima y mira a tus ojos, uno se pierde sin tener para donde correr.

El príncipe encantado talvez exista, o puede ser que no. Si creemos en la Navidad, aunque no exista Papa Noel, podemos creer en el amor, aunque no exista una caballero montado en un caballo Blanco.

Hay mucho amor en el mundo, por todas partes. Mismo que la tristeza, la desilusión y la nostalgia aparezcan con mas frecuencia, existe una buena intensión en el corazón de las personas. Estas se equivocan, hos hieren y as veces nos hacen sentir muy pequeños, pero es asi que son las cosas, hechas de errores y aciertos; y como dice un provérbio bien conocido: lo que no mata, nos fortalece.

Cuando nos enamoramos de alguien, no ellegimos las cualidades, ni pedimos por encomiendoalas características deseadas, llevamos el paquete entero. Y quedamos entorpecidos por un amor loco de aquellos que nos saca de control, o nos entregamos a una relación basada en la calma confortable.

Los gays, de forma genérica, desistieram de viver un cuento de hadas. ¿Será que el hecho de no Haber una cenicienta en la historia cambia algo? Quien no busca un par de zapatos que entre en sus pies, quién no busca un amor que sirva para la vida entera?

Un gran amor sirve para despertar abrazos, para ir al cine de manos dadas, para quedarse en silencio sin ser algo incomodo, para decir, “concuerdo” cuando se discuerda, para ceder y aprender a cada dia, porque solo cuando nos sentamos em la arena de la playa y vemos una pareja de viejitos amandose es que no damos cuenta de cuanto tiempo estamos perdiendo.

¿Cuantas personas pasaron por nuestra vida pero que por orgulho o por miedo de intentar una vez mas, desistimos de vivier un cuento de hadas?


Bruno de Abreu Rangel
brunorangelbrazil@hotmail.com
Blog: http://wwwbarbrazil.blogspot.com/